29 нояб. 2015 г.

PRAKRITY E PURUSHA – CEU E LAGO



2008 © photo by V.Gritsyuk















UMA METAFORA DE METAFISICA
 do fórum realyoga.ru Autor Ершъ e outros.

Tradução e redacção: Artour Malinine.


O céu é Purusha, Lago - prakriti. Ondulação respectivamente - vritty. Reflexões, (o pormenor fino), qual é a que se refere o dzhiva. Mas o desaparecimento de ondulação é ChVN (Chitta vritty nirodho - restrição das modificações da mente.)
A superfície do lago esta absolutamente calma, através da coluna de água pode ver o fundo, mas principalmente sobre a superfície do lago o céu esta reflectido em pormenor, eu diria mesmo, esta repetido. Curiosamente, por esta causa, o lago não está transformado em céu, e não se torna o céu, não desapareceu, como tal, e deixou-se estar ele próprio - lago, com suas próprias qualidades. Se o vento sopra, ondas vão aparecer, quando a ondulação se acalma, - vai novamente ser visto e o fundo e o céu O céu olha para dentro do lago. Lago esta agitado, tem ondulação. O reflexo do céu é tão distorcido que é impossível de adivinhar a "imagem" do céu. E aqui o mais curioso está a acontecer. O céu começa a acreditar que este jogo de formas sobre a superfície do lago é ele próprio. Mas alguma coisa acontece, o céu começa a adivinhar que algo está "errado" e implementa a prática de discriminação: "Este, reflexo não sou eu, e esta imagem não sou eu". Após um infinito conjunto destas opções, "não sou eu", o céu percebe que há só ele , excepto parte em baixo. Há uma outra versão dos acontecimentos: Lago entra em condições (curioso – lago próprio cria estas condições), quando a ondulação desaparece. O céu olha para o seu reflexo, reconhece ele próprio e compreende, que o que ele tomou para si próprio, era só reflexo dele.       
1. Como o próprio lago poderia criar alguma coisa? Pode criar condições de desaparecimento de  ondulação?
2. Que faz ondulação? Conclusão: o céu olha para si próprio através do lago.

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